#SIMPLIFICAATUAVIDA - 23/08

12:22

Ontem falei do livro que andava a ler: Simplifica a tua vida.

E hoje estou a escrever-vos da rua –sim, da rua. Imaginem um largo com alguns bancos (quatro para ser mais precisa), ao pé de um edifício que diz “Junta de Freguesia de Penha Garcia”. Imaginem um chão cheio de formigas e uma rapariga de sandálias a tentar que estas não lhe suba pelos pés a cima. São 20:26 da noite e o céu começa a escurecer, a ficar escuro. A rapariga tem um computador sobre o colo e está a teclar –a escrever para vocês.


E agora perguntam-se: o que isso tem a ver com o livro? Simples: o livro ensina-nos a não contrariarmos coisas novas, que se não quisermos mudar os nossos hábitos eles não se mudam sozinhos. E é isso que aqui estou a fazer: a contrariar a minha preguiça de descer até cá a baixo.

O dia de hoje foi fantástico: estive na piscina até ás 16H30, depois fui ás termas de Monfortinho e agora estou a desfrutar desta calma magnifica. Fiquem sem dados móveis no telemóvel, mas honestamente não me podia importar menos. Talvez assim até seja melhor. Comprei um livro, chama-se “Tormenta” e já li quarenta e poucas páginas (tenciono ler mais daqui a pouco).

Bem, volto a focar-me no assunto do livro. Descobri-o através da Inês Rochinha e soube de imediato que precisava de ler aquele livro. Fui comprá-lo logo no fim de semana seguinte e tem sido uma boa viagem até agora. Reconheci o DESAPEGO, LIBERTEI-ME dos medos e dancei com eles (um exercício do livro, fantástico), DESPERTEI a minha consciência –para não a confundir com a mente-, e neste momento estou a trabalhar em reconhecer os vários tipos de EGO. Sinceramente, é um tema e tanto e estou apaixonada por este livro e pela maneira como ele nos faz reconhecer as coisas na sua verdadeira essência. Tanto que agora que retomei a minha leitura, senti necessidade de vos escrever, de partilhar convosco.

Tenho de admitir que quando o comprei, não estava na melhor altura. Tinha-me deixado absorver demais pelas coisas menos boas, aquelas que por vezes nem importam. Estava a ser movida pelo EGO-CARENTE e pelo EGO-DESTRUTIVO. Mas esse assunto fica para o post de amanhã. Agora vou focar-me totalmente em como este livro me tem mudado. Como vos dizia, quando o comprei queria libertar-me do que estava dentro de mim mas quando iniciei a leitura não notei diferença nenhuma. Fui sublinhando as frases mais importantes mas não punha muito em prática. Foi preciso vir de férias para abrir o meu coração e deixar tudo ir. Por isso caso o comprem, se sentirem isto é normal. É uma espécie de «resistência» que fazemos á mudança mas acabamos por ceder. E quando cedemos tudo muda. Conseguimos acompanhar os passos. Se o lerem, tentem manter a mente aberta, acendam incenso ou (pode ajudar mais) vão para um sitio onde se sintam em paz - uma praia, uma montanha, o jardim, o terraço. Respirei fundo algumas vezes e concentrem-se somente na vossa respiração. Depois, comecem a ler e a interpretar as palavras, a processá-las para vocês mesmos.

Ah, já agora, fiz batotice. Acabei de escrever o resto do post no dia 23 porque estava a escurecer e quis aproveitar o dia com os meus avós. Vemo-nos amanhã?



Diz-me nos comentários, o que sentes neste momento? Algo te atormenta (talvez te sintas pesado/a e não saibas o porquê, por exemplo)?

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